LATAM TRADE

Nosso canal exclusivo de informação ao agente de viagem.
Reemissão

As mudanças voluntárias devem ocorrer de acordo com a disponibilidade do bilhete em sua validade, cupons utilizados e regras das bases tarifárias.
Caso nenhum dos cupons tenham sido utilizados e o sistema não aplicar a alteração de forma automática, o procedimento manual a ser adotado será o fare – by – fare aplicando a diferença entre a nova tarifa disponível para a tarifa emitida. Se um ou mais cupons já tiverem sido utilizados, o procedimento manual para realização deste processo deverá ser realizado através da reemissão histórica.

 

Generalidades

Entende-se por alteração de bilhete, qualquer mudança de voo, data, empresa, rota ou nome realizado a um bilhete já emitido.
As mudanças são categorizadas segundo a origem da solicitação:

  • VOLUNTARIAS são as solicitadas pelo passageiro e que são detalhadas neste capítulo;
  • INVOLUNTARIAS que se originam em uma situação alheia ao passageiro, tais como: voos reprogramados, cancelados ou perdas de conexão involuntária de um ou mais voos, que são produto de uma contingencia.

Para os bilhetes serem modificados devem estar dentro da validade e disponíveis (OPEN) para executar a alteração.
A validade é dada a partir da data de emissão, conforme abaixo:

Tickets sem uso: 1 ano para bilhetes domésticos e internacionais

Tickets parcialmente usados: Máxima estadia da tarifa ou data da viagem, segundo regulação tarifária.

Antes de iniciar as alterações dos bilhetes TAM deve-se considerar o seguinte:

  • Verificar se o bilhete está válido;
  • Verificar se a tarifa permite remarcação (através do item penalidades);
  • A multa a ser verificada é sobre a tarifa mais restrita dos cupons modificados;
  • As mudanças realizadas no bilhete devem cumprir com todas as regras tarifárias (min, max, etc.);
  • Nos casos de tarifas privadas (IT, BT, BULK, etc.), quando o bilhete for emitido dentro do Brasil, a remarcação deve ser realizada pela agência emissora do bilhete.

Cada mudança que é feita na reserva, o bilhete deve ser remitido para todos os passageiros.

Para bilhetes de outras empresas que contenham segmentos TAM, a remarcação deve ocorrer através do canal emissor cumprindo com as regras disponíveis na base tarifária.

A taxa administrativa (taxa DU) deve ser cobrada quando o bilhete é reemitido, independente do bilhete original ter sido emitido por vendas diretas ou indiretas.

As alterações que são solicitadas pelo passageiro estão sujeitas as condições contidas nas regras da tarifa original. Qualquer exceção à regra deve ser inserida na Waiver.

Os tipos de remarcações que se pode fazer em um bilhete são:

  • REEMISSÃO: os cupons do bilhete são alterados gerando um novo número de bilhete.
  • ENDOSSO: o bilhete é passado para outra companhia para o seu uso ou remissão
Reemissão

Toda remarcação voluntária que haja cobrança de diferença de tarifa com ou sem penalidade deve ser reemitido. Esta mudança pode ocorrer antes de se iniciar a viagem (BEFORE DEPARTURE) ou em algum ponto intermediário do itinerário (AFTER DEPARTURE).

  • No momento da remissão, o sistema altera o status do cupom de forma
    automática de “O” (Open) para “E” (EXCH);
  • Para bilhetes internacionais, o sistema calcula na moeda do bilhete original (tarifa e taxas de embarque não usadas) e qualquer diferença a cobrar será no câmbio vigente do dia da remissão.
  • A informação da emissão original estará disponível no campo “FO” do bilhete reemitido.

Considerações sobre a cobrança de Penalidades

Nos bilhetes com tarifas TAM, a multa se cobra por cada alteração (remissão) realizada e aplica a multa mais alta dos componentes que estão sendo modificados. Esta informação estará indicada no item Penalidades da regra da tarifa. Dependendo da base tarifária, o montante da multa poderá variar se a remarcação for solicitada antes ou depois do início da viagem.

Exemplo:

**   RULES DISPLAY    **
FARE FAMILY          : NOVOBASICO
PE.PENALTIES

BEFORE DEPARTURE

          CHARGE BRL 120.00 FOR REISSUE/REVALIDATION.
          REVALIDATION. CHILD/INFANT DISCOUNTS APPLY.

AFTER DEPARTURE

         CHARGE BRL 180.00 FOR REISSUE/REVALIDATION.
         CHILD/INFANT DISCOUNTS APPLY.

              NOTE –

             OS VALORES DAS REMARCACOES E REEMBOLSOS PODEM
             SOFRER ALTERACOES EM VIRTUDE DE COMBINACOES DE

            TARIFAS E/OU EM VIRTUDE DE PARTE DA VIAGEM JA
            TER SIDO REALIZADA NO MOMENTO DA SOLICITACAO.

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Se houver trecho de ida e volta e o bilhete estiver sem uso, será aplicada a multa do trecho que está sendo remarcado. Desde que o sistema mantenha a base tarifária do trecho inalterado, mas se o sistema alterar as bases tarifárias ida e volta será considerada a regra mais restrita

Se o bilhete estiver parcialmente utilizado, será aplicada a multa do trecho alterado.

Caso a regra apresente desconto para CHD ou INF, consultar a categoria – Child
Discounts para identificar a porcentagem de desconto sobre a penalidade. No Brasil, a multa é emitida através de um MCO/EMD.

Em tarifas de outras companhias, a multa pode ser aplicada pelo PRICE UNIT, pelo componente tarifário, pelo segmento ou pelo bilhete, estas informações deverão constar no item penalidades da regra tarifária no momento de processar a remarcação.

Nos bilhetes 957 com bases de outra empresa, devemos cobrar a penalidade mais restrita das tarifas alteradas.

Exceção: Tarifas End-on-End

Para a remarcação manual o agente deverá escolher a tarifa internacional mais restrita dos cupons que estão sendo modificados.
Conforme exemplo abaixo:

Caso o cliente esteja modificando o trecho de ida, a penalidade será da base tarifária do trecho GRU-LHR (classe M):

CHANGES
              ANY TIME
             CHARGE USD 70.00 FOR REISSUE/REVALIDATION.
             CHILD/INFANT DISCOUNTS APPLY.

WAIVED FOR DEATH OF PASSENGER OR FAMILY MEMBER.

Caso a alteração ocorra no trecho de retorno, a penalidade será do trecho internacional do retorno, que pelo exemplo corresponde a classe “K”:

CHANGES

                  ANY TIME

                                    CHANGES PERMITTED FOR REISSUE/REVALIDATION.

Tipos de Reemissões

a) REEMISSÃO PARA BILHETES SEM USO:

O bilhete é considerado sem uso quando o passageiro não utilizou (voou) nenhum cupom. Neste caso como o contrato de compra ainda não começou a ser utilizado deve-se utilizar a tarifa disponível na data da remarcação como base de cálculo (Fare by Fare).

Aplica-se para bilhetes SEM USO.

  • Os segmentos do bilhete que mudam são re-tarifados usando a tarifa aplicada na data de remissão.
    Exemplo:
    • Voo 1 (Permite Alterações):
      Segunda-feira, 13 de julho de 2015 (MN – Mínima estadia: 5 dias) Voo 2 (Permite Alterações):
      Domingo, 19 de julho de 2015
      Caso A: Passageiro deseja adiantar o “voo 2” para Quinta-Feira,16 de julho.
      A mudança pode ser realizada modificando ambos segmentos aplicando a nova restrição de estadia mínima.
  • Os componentes que não permitem alterações devem se manter inalterados no momento da re-tarifação da viagem e ao reemitir o bilhete. Se os componentes não combinam ao re-tarifar ou não cumprem com o ADVP ou outras regras que impliquem na permissão de remarcação, não será possível realizar a mudança do bilhete.
  • A validade do novo bilhete, produto de uma remissão de um bilhete não utilizado, é dada pela data do dia de sua remissão. Assim como os MCO/EMD de troco de tarifa (saldo por remissão) que sejam produtos destas remissões também possuem a validade de 12 meses.

b) BILHETE PARCIALMENTE UTILIZADO:

O bilhete é considerado parcialmente utilizado quando o primeiro segmento já estiver voado, desta forma, o passageiro já iniciou o processo de utilização do serviço contratado. Para este tipo de remissão deve-se utilizar a tarifa que estava disponível na data da compra original (Tarifa Histórica).

  • Aplicado nos tickets PARCIALMENTE UTILIZADOS.
  • Consiste em re-tarifar a viagem aplicando as tarifas disponíveis na data de emissão do ticket original.
  • Todos os segmentos que são alterados devem ser re-tarifados como
    “remissão histórica”, se aplica independente da cabine, rota e família tarifaria.
  • Se o ticket possui algum segmento utilizado que não permitia mudanças, a tarifa voada para estes segmentos se mantem sem alterações ao re-tarifar a viagem. Se o segmento a ser remarcado não combina com o componente voado, não poderá ser realizada a remarcação.
  • A validade do bilhete parcialmente usado é dada pela estadia máxima ou o Travel Restriction da tarifa original. Os MCO/EMD de “saldo por reemissão” (troco) que forem resultado da remissão histórica, mantém a validade do bilhete original.
Detalhe de Cálculo de Reemissão

REEMISSÃO PARA BILHETES SEM USO:

1) Tarifar novo bilhete com disponibilidade e tarifas do dia (FARE – FARE);

2) Converter a tarifa nova para a moeda da tarifa do ticket original com o câmbio do dia.

3) Calcular a diferença de tarifas (na moeda da tarifa do ticket original); Para o exemplo ocorreu um “saldo por remissão” (troco) para ser devolvido ao cliente, no valor de EUR 1002.00, que deverá ser convertido para o câmbio da moeda do país onde o bilhete está sendo reemitido.

4) Impostos:
         Comparar as taxas do bilhete original com as taxas do bilhete novo e o que não se aplica para o novo trecho será reembolsado como EMD RSVT, e as taxas não pagas devem ser cobradas.

a) Taxa DU (aplicado no Brasil):

Para o mercado internacional os valores da taxa de serviço serão definidos de acordo com o ponto de emissão/reemissão do bilhete.

Bilhetes emitidos no Brasil:
– Trechos Domésticos: 10% do valor da tarifa aérea com um piso mínimo de R$ 40,00
– Trechos Internacionais: 7% do valor da tarifa aérea com um piso mínimo de R$ 40,00

Para um processo de remissão, o cálculo da DU será:
Nova DU (da tarifa nova) menos DU antiga (do último bilhete emitido). O valor mínimo para a cobrança da DU é de BRL 40,00.

Exemplo:
BILHETE ORIGINAL:
TARIFA NETA: EUR 3242 7% = EUR 226.94
TARIFA DA REMARCAÇÃO: GBP 1714.00 7% = GBP 119.98 EUR 91.80
DIFERENÇA = EUR 135.14 BRL 596.22 para ser pago de taxa DU.

Vendas Indiretas

Para bilhetes sem uso, quando se tratar de tarifas privadas, a remissão poderá ser transformada em tarifa publica se não tiver iniciado a viagem (ou vice-versa).

Para bilhetes parcialmente utilizados com tarifa pública, o agente poderá usar o account code para remarcar o trecho restante, porém não é permitido alterar para tarifa privada.

As agências de Viagens poderão processar remissões com troco para o cliente, nestes casos, assim que o bilhete for reemitido e gerado o EMD RSVT, a agencia deverá solicitar o reembolso do troco de tarifa.

Observações:

I. Se a diferença é positiva, significa que existe um adicional a cobrar e cujas diferenças tarifarias e de impostos devem constar no ticket e a multa em um MCO/EMD.
II. Se a diferença é negativa, significa que existe um saldo a favor para o passageiro, e se deve reemitir o ticket original e emitir um MCO/EMD para o valor residual, que terá como forma de pagamento o ticket original (na moeda da tarifa original) para a moeda de pagamento do novo ticket no câmbio do dia.
III. Se a diferença for zero, então se trata de uma remissão total por total. IV. Converter os impostos do novo ticket para a moeda de pagamento dos impostos do ticket original utilizando o câmbio do dia.
V. Identificar os impostos usados do ticket original e confirmar se há alguma taxa que não foi paga para o ticket novo.
VI. Converter a diferença para a moeda de pagamento do novo ticket no câmbio do dia.

REEMISSÃO HISTÓRICA: (Aplica para ticket parcialmente utilizado)

1) Re-tarifar a viagem completa, inclusive com os trechos voados, mantendo a mesma classe, e para os trechos a serem remarcados, inserir as novas datas, e classes de reserva, com a mesma data da emissão original.

  • Os segmentos utilizados se mantem com as datas originais para retarifar a viagem completa.
  • Se não há disponibilidade de classes, e por isso não for possível combinar os segmentos antigos com os novos, caso a remarcação não cumpra com o ADVP ou MN, trocar os segmentos já voados para uma classe superior disponível que cumpra com as regras necessárias para esta alteração.
  • Nos casos do Passageiro estar em ponto de conexão, o itinerário deve ser tarifado novamente desde o ponto que precede a quebra de tarifa (inclusive se existir segmento(s) já voado(s));

    Exemplo:

1) Primeiro ponto de quebra da construção tarifaria é BCN, no entanto, o passageiro deseja retornar na conexão em MAD. E não utilizar o trecho MADBCNMAD. Este caso se tarifa desde a origem (que é o ponto que precede quebra da construção tarifaria) SCL MAD SCL de forma histórica;

2) Tarifar a nova versão da viagem completa com a data de emissão original, na mesma moeda de pagamento do bilhete original;
3) Calcular tarifa:

    Tarifa nova

Menos tarifa original

= saldo tarifa

4) Converter saldo tarifa (fare) para a moeda local (ou de pagamento) ao câmbio do dia;
5) Converter a multa do bilhete original para moeda local (ou de pagamento) no câmbio do dia;
6) Calcular taxas:
Não considerar as taxas já cobradas no ticket original. As taxas novas devem ser cobradas.
7) Saldo total
Calcular a diferença de tarifas. Se o resultado for positivo deverá ser cobrado do cliente, caso seja, negativo haverá um saldo para o cliente.
8) A multa do ticket original será convertida para o câmbio do dia e gerado EMD.
9) Caso exista um saldo a favor ao passageiro, deve-se cobrar a multa e emitir um EMD RSVT do troco (saldo a favor) do cliente.
10) MCO/EMD de troco será emitido na moeda de pagamento local e conversão do cambio no dia da remissão.

Principais Componentes de um Bilhete

a) CONSTRUÇÃO TARIFÁRIA

A construção tarifária mostra a forma que o sistema calculou o valor de um itinerário aéreo, apontando se houve conexão, surface, stopover, etc. Na construção é possível saber o valor de cada componente tarifário.

b) COMPONENTE TARIFÁRIO

A cobrança tarifária é dividida em blocos de viagem; conforme a viagem é cobrada, ou seja, a cada preço/trecho definido, existe uma base tarifária. Corresponde à parte de um itinerário entre dois pontos a que são atribuídos um valor especifico. Sempre possuirá uma cidade de origem e uma de destino associado a um valor. Um componente tarifário pode ter mais de um segmento de voo.

c) SURFACE

É considerado surface, quando há um trecho realizado de forma “desconhecida”, ou seja, o passageiro desembarca em uma cidade e embarca por outra. Quando houver surface em alguma rota, haverá um símbolo na construção tarifária que permitirá identificá-lo.
/- marca que houve quebra na construção tarifária e dá início a um novo componente tarifário.
//- Marca que o surface está no meio do componente tarifário e não há quebra na tarifa.

Componentes do FARE QUOTE DISPLAY

As tarifas são cadastradas em um sistema denominado ATPCO, esta armazenagem permite a consulta através do AMADEUS ou outros GDS, para verificar as condições de utilização de cada tarifa é preciso acessar as regras e validar as restrições de cada tarifa:

MN – MIN STAY MX – MAX STAY SE – SEASONS
BO – BLACKOUTS DA – DAY/TIME
SR – SALES RESTRICT
TR – SALES RESTRICT
AP – ADVANCE RES/TKT
FL – FLT APPLICATION
CD – CHILD DISCOUNTS
SO – STOPOVERS
TF – TRANSFERS/RTGS
SU – SURCHARGES
PE – PENALTIES
CO- COMBINABILITY

a) PE – PENALTIES
Indica se é permitida a alteração ou devolução do documento comprado. Deve-se atentar à área ou país onde a viagem será iniciada. A taxa de penalidade é cobrada apenas em Remarcações de bilhetes, quando aplicada. É necessário consultar a Regra da Tarifa para verificar qual o valor a ser cobrado, pois este valor varia de acordo com a Regra da Tarifa.

b) MN – MIN STAY
Indica o tempo mínimo que o passageiro deverá permanecer no destino.

c) MX – MAX STAY
Indica o tempo máximo que o passageiro poderá permanecer no destino. Também está vinculado à validade da tarifa.

d) SE – SEASONS
Esta categoria se refere à sazonalidade de aplicação da tarifa.

e) CD – CHILD DISCOUNTS
Informa a aplicação de descontos para CHD e INF. Em algumas tarifas, na categoria PE o sistema irá informar que o percentual de desconto aplicado na venda também deverá ser aplicado para as penalidades.

f) BO – BLACKOUTS
A categoria indica se há algum período que a tarifa não poderá ser aplicada. TRAVEL IS NOT PERMITTED 01JUL 15 THROUGH 30SEP 15 FOR DEPARTURE OF EACH FARE COMPONENT.

Conceitos Básicos de Construção de Tarifaria Internacional
  • One Way (OW)
    Consiste em uma viagem apenas de ida. Portanto possui somente um componente tarifário.
    Um exemplo de detalhe da construção tarifária:

  • Round Trip (RT)
    Consiste em uma viagem de ida e volta, cujos dois componentes tarifários contém o mesmo valor.
    Um exemplo de detalhe da construção tarifária:

  • Round Trip (RT) Excepcional
    Consiste em uma viagem de ida e volta, cujos dois componentes tarifários são de valores distintos, porém continua sendo uma tarifa Round Trip.
    Um exemplo de detalhe da construção tarifária:

Para entender este caso es necessário analisar o Fare Bases da tarifa:

São Fare Basis quase idênticos. Contudo, a única diferença está na 3ª letra da base tarifária que explica a diferença no valor da tarifa:
W: tarifa de fim de semana
X: tarifa durante a semana

  • Circle Trip (CT)
    Consiste em uma viagem ida e volta de dois ou mais componentes tarifários de valores distintos.

Exemplo de Circle Trip com 2 componentes tarifários:

Exemplo de Circle Trip com 3 componentes tarifários:

  • Open Jaw (OJ)
    Consiste em uma viagem de ida e volta de dois componentes tarifários com uma interrupção desconhecida no circuito da viagem.

    Existem 3 tipos de Open Jaw:

    Turn Open Jaw (TOJ)
    Viagem ida e volta de dois componentes tarifários. Onde o ponto de destino é uma cidade e retorno de outra diferente.

    Original Open Jaw (OOJ)
    Consiste em uma viagem ida e volta de dois componentes tarifários de valor distinto em que as cidades de origem são diferentes, porém a cidade de retorno é a mesma.

    Exemplo:

  • Double Open Jaw (DOJ)
    Consiste em uma viagem ida e volta de dois componentes tarifários de valor distinto em que ambos os voos possuem cidades de origem e destino diferentes.

    Exemplo:

  • END ON END
    Consiste em um tipo de viagem que se combina com outra viagem.
    Os componentes tarifários de uma viagem estão no meio dos componentes tarifários de outro. Tudo é refletido em uma mesma construção tarifária.
    As possíveis combinações são:

  • End on End (EOE)
    Consiste em uma viagem de ida e volta de dois componentes tarifários de distintos valores em que ambos voos tenham cidades de origem e destino diferentes. Exemplo: